sexta-feira, 5 de junho de 2009
E agora, fazer qualquer coisa
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Bada-bing
terça-feira, 2 de junho de 2009
O Obama já perdeu a graça
Da União Soviética à China comunista, da Alemanha Nazi à Itália fascista, da Espanha franquista ao Portugal salazarista, todas as ditaduras, das piores às menos más, recorreram e recorrem a esta prática para se livrarem de opositores políticos, etnias de segunda ou ideias de terceiros.
Prender alguém preventivamente é prender alguém que não fez nada a não ser pensar. Naturalmente, se ele tem pensamentos, o Estado pensa que ele vai fazer qualquer coisa, mais cedo ou mais tarde. Porque as ditaduras sabem muito bem que não prestam e, como só sabem governar pelo medo, vivem no terror do que os governados possam fazer.
Mas pensar só devia ser crime em regimes autoritários e literatura distópica (ok, não devia ser crime em lado nenhum).
Entra o homem da mudança, Barack Obama.
Segundo o seu plano de “detenção preventiva” (prisão é uma palavra demasiado forte?), se um agente da autoridade suspeitar que alguém pode vir a cometer um crime, um dia, essa pessoa pode ser submetida a uma detenção prolongada. Isto é, prisão preventiva por tempo indefinido, à revelia de tudo o que faz o sistema de justiça ocidental melhor que os sistemas de justiça dos outros.
Claro que a ressalva é que a lei só se aplica a terroristas islâmicos. Ah pronto, então está bem. Se um moço deixa crescer a barba e vai muito à mesquita, está mesmo a pedi-las.
Qual é o argumento por trás desta política? Como os suspeitos de terrorismo não podem ser julgados, os Estados Unidos vêem-se forçados a mantê-los presos indefinidamente. E porque é que os presos de Guantanamo e muitos outros locais (e os mais presos que hão-de vir com esta nova lei) não podem ser julgados? Porque não podem ser condenados. E não podem ser condenados porque não há quaisquer provas contra eles e teriam de ser libertados.
É mais uma coisa parecida com as ditaduras: Obama, como Bush antes dele, só que levar gente a tribunal quando sabe à partida que vai ter o veredicto que deseja.
Obama prometeu mudança? Sim, mas não prometeu que era para melhor.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O olhar vigilante da justiça? É uma burle
segunda-feira, 25 de maio de 2009
MusicTV?
A double shot at love. Vikki e Nikki são duas irmãs gémeas bissexuais que procuram o verdadeiro amor. As “ikki twins” são modelos mas , bem lá no fundo, não passam de raparigas modestas da província. Pelo menos segundo as próprias. Como é que elas vão encontrar o verdadeiro amor das suas vidas? Juntando um grupo de atrasados mentais para um pouco de badalhoquice virtual. A fórmula já existia, com A shot at love with Tila Tequila, que também é bissexual e também acha que um concurso é uma boa maneira de encontrar o verdadeiro amor. O facto de já ir na segunda série talvez queira dizer qualquer coisa? E depois há o That’s amore, que é o mesmo tipo de lixo mas o objecto em disputa é um rapaz de sotaque italiano carregado que, de forma refrescante, gosta apenas de gajas. E há o Next, que consiste em juntar 5 rapazes (ou 5 raparigas ou 5 rapazes homossexuais ou 5 raparigas lésbicas) num autocarro, para serem seleccionados por uma pessoa do sexo oposto,(ou, como vimos acima, do mesmo). Um a um, vão saindo do autocarro para ganhar 1 dólar por cada minuto de encontro, o que os torna nas putas mais mal pagas do mercado. O feliz vencedor(a) escolhe ficar com o dinheiro ou ter um segundo encontro com a criatura que o escolheu. E há o Date my mom, onde um rapaz sai com as mães de 3 raparigas para decidir com qual é que vai ter um encontro romântico, o único sítio onde podemos ver uma mãe dizer “Vais gostar da minha filha, ela tem as mamas grandes”. E há o Room raiders, uma espécie de Date my mom mas com vistoria dos quartos, que um rapaz ou rapariga examina cuidadosamente (procurando em especial coisas tipo manchas de sémen na cama, com umas luzes tipo CSI) para seleccionar o atrasado mental com que vai sair. E há o Parental control, onde pai e mãe não suportam o namorado da(o) filha(o) e tentam encontrar uma alternativa mais do seu agrado. Às vezes, a o filho(a) troca de namorada(o) no fim do programa. E há o I want a famous face, onde jovens se submetem a cirurgia plástica para ficarem parecidos com os seus ídolos (como a Britney Spears), quase sempre com o apoio entusiástico dos amigos e familiares, que também gostam de aparecer na televisão.
A lista continua.
Como é que o Jackass se tornou no programa de entretenimento mais inteligente, saudável e responsável da MTV? Como é que o canal de música degenerou no pior lixo que se vê na televisão actual, incluindo certos canais codificados?
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A Inglaterra ainda rula
terça-feira, 19 de maio de 2009
Qual é o teu coeficiente de inteligência?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
What's that noise?
quinta-feira, 14 de maio de 2009
De pequenino se torce o menino
quinta-feira, 7 de maio de 2009
O que os nazis fizeram de bom pela humanidade
Só depois de se saber o que os nazis tinham andado a fazer desde que chegaram ao poder (matar deficientes mentais e motores, anões, ciganos, judeus, artistas, homossexuais, etc) é que a eugenia deixou de ser uma teoria válida e largamente aceite.
Obrigado a Adolf Hitler e capangas por demonstrarem ao mundo que o que passava por ciência não passava, na verdade, de uma monstruosidade. Se não fosse a Alemanha Nazi a tornar a eugenia na abominação que é, talvez já vivêssemos todos num admirável mundo novo. Se tivéssemos as características certas, claro está.